Coroatá

Ex-procurador explica dívida com a Cemar deixada pela Prefeitura

07 JAN 2017 | 03h42

Após a publicação de uma matéria aqui no portal Coroatá Online onde o Secretário de Finanças da Prefeitura de Coroatá, Manoel Sansão, afirmou que a gestão passada deixou uma dívida com a Cemar de mais de 12 milhões de reais, o ex-procurador do município, Elias Moura Neto, encaminhou uma nota à nossa redação explicando a origem dessa dívida, que segundo é da gestão anterior a de Teresa Murad.

“Assumimos o débito em 2013 que, vem desde a gestão do Luís da Amovelar, tanto é que a Cemar cortou a energia algumas vezes durante a gestão dele. Esse débito é antigo. O que ocorreu foi que acabou virando um precatório, nós negociamos esse precatório, 8 milhões em várias parcelas de 61 mil reais. Essas parcelas foram pagas até agosto do ano passado quando a briga por repasse, queda por arrecadação, diminuição dos repasses para o município, provocou diversos contratempos. Houve realmente um pequeno atraso nas parcelas. De qualquer maneira, é importante esclarecer que o débito é antigo, vem da gestão do Movelar. Interessante ressaltar também que nós negociamos 9 milhões de precatório, enquanto o Luís da Amovelar durante oito anos não pagou um precatório, temos inclusive provas do tribunal dando baixa nos precatórios que a prefeita Teresa Murad negociou, coisa que eles não fizeram”, disse o advogado Elias Moura Neto.

O prefeito Luís da Amovelar Filho renegociou o débito nesta semana, durante reunião com a presença do responsável pelo corporativo da Cemar, na cidade de Bacabal, a fim de que a energia do prédio da Prefeitura de Coroatá fosse restabelecida e os trabalhos normalizados.



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