Coroatá

Gestão Murad deixou dívida de 12 milhões com a Cemar, afirma secretário

06 JAN 2017 | 03h06

O prefeito Luis da Amovelar Filho logo que tomou posse no dia 1º de janeiro, encontrou a sede da Prefeitura de Coroatá sem energia, que havia sido cortada pela Cemar. O motivo, segundo a companhia, foi a falta de pagamento de uma dívida que só acumulava.

Em conversa com o portal Coroatá Online, o Secretário Municipal de Finanças, Manoel Sansão, falou sobre o acordo que a Cemar realizou com o prefeito Luis Filho durante reunião na cidade de Bacabal.

“Existia uma dívida de 8 milhões parceladas em 60 mil reais por mês. Desde de agosto do ano passado eles (antiga gestão) deixaram de pagar esse valor. Foram 300 mil e mais o consumo dos meses, ultrapassando os 12 milhões de reais. O prefeito Luis Filho conversou pessoalmente com o superintendente da Cemar e firmou um novo acordo para que a energia fosse religada e os serviços normalizados”, esclareceu Sansão.

Logo após o encontro com o representante da Cemar, o prefeito Luis Filho publicou em sua página no facebook a informação de que a energia seria religada.

“Eu e nosso secretário de finanças Manoel Sansão e o diretor de iluminação pública, Araújo, participamos de importante reunião com o responsável pelo corporativo da CEMAR, Hugo Pereira. Finalmente a energia do prédio da prefeitura que está cortada desde dezembro por irresponsabilidade da antiga gestão será religada e iremos iniciar os atendimentos em nosso gabinete”, escreveu.

O ex procurador da Prefeitura de Coroatá, o advogado Elias Moura Neto, disse à nossa redação que vai encaminhar uma nota ainda nesta sexta-feira (6) explicando o caso. 



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