Coroatá

Vereador Reginaldo volta a cobrar abono para os professores

05 JAN 2018 | 17h44

Durante entrevista concedida nesta sexta-feira (05), ao programa do Pacheco, o vereador Reginaldo (PSC) voltou a falar sobre o abono salarial dos professores, que não foi pago no final 2017. O parlamentar acredita que há sobras no recurso do FUNDEB, mas, segundo ele, a prefeitura se recusa a apresentar informações da folha de pagamento.

“O abono salarial se dá quando há uma sobra de recurso da receita do FUNDEB. No caso de Coroatá, os professores estão perguntando muito se haverá o pagamento de abono porque até agora não teve. Aqui na cidade o município realizou economia na parte da receita do FUNDEB, não se gastou com professores contratados em janeiro, fevereiro e nem na parte de março e até agora não pagaram o terço de férias dos professores contratados. Então o sindicato analisa que existe uma sobra de recurso do FUNDEB. Eu como vereador enviei requerimento para a prefeitura, o Sindicado também enviou requerimento solicitando os detalhes da folha de pagamento, porque se a prefeitura não provar que não existe a sobra de recurso os professores continuarão com a interrogação. Nós acreditamos que existe sim a sobra e por isso precisam pagar o abono, como vários município fizeram”, disse.

“Até agora a prefeitura de Coroatá não informou o saldo que tem do FUNDEB, diz que não existe a sobra, mas não mostram a folha, não apresentaram nenhum documento. Por isso fiz o requerimento como vereador, o Sindicato também, mas até agora não houve resposta. A advogada do Sinproem entrou com uma ação no Fórum de Justiça, com um mandado de segurança, para poder resguardar e requerer o direito de acesso a essas informações, que é um direito de qualquer cidadão. Se não houver resposta, essa transparência, o sindicato vai continuar cobrando o abono”, concluiu o vereador Reginaldo.



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