Coroatá

“Tem criança que nunca frequentou um dia de aula em Coroatá”, diz vereador

“Tem criança que nunca frequentou um dia de aula em Coroatá”, diz vereador

São crianças que moram na zona rural do município, em localidades de difícil acesso e necessitam do apoio do poder público.


01/11/18 16:15 - Atualizado em 06/11/18 15:21

O vereador professor Reginaldo publicou nesta quinta-feira (01), em sua rede social, uma grave denúncia sobre crianças que nunca enfrentaram sequer um único dia de aula na cidade de Coroatá. São crianças que moram na zona rural do município, em localidades de difícil acesso.

“Hoje, em visitas a escolas e pais de alunos na Zona Rural de Coroatá, pude ver de perto descasos sem tamanho da Gestão Municipal, lesando crianças estudantes. Os alunos do Povoado Santa Luzia nunca frequentaram um dia de aula em 2018 porque a prefeitura não realizou melhoramento na estrada para assim viabilizar o transporte escolar para ir buscar estes estudantes que moram a mais de 12km da E. M. Paraíso, onde são matriculadas. Neste caso os pais me relataram que lá nunca foi um representante das secretarias de Educação ou Infraestrutura para conversar no sentido de viabilizar a solução do problema”, escreveu o parlamentar.

Reginaldo acrescentou ainda que outros alunos precisam pedalar ou caminhar por várias horas até chegar a escola.

“Já os alunos dos Povoados Centro do Isidorio, Manelão e Capim caminham ou pedalam mais de 6 KM no sol quente para frequentarem a escola. Assim como em 2017, neste ano de 2018 eu já fiz várias denúncias na Câmara Municipal em favor dos estudantes deste Polo Paraíso, mas como em 2017 a história se repete novamente e muitos educandos tiveram e estão tendo os Anos Letivos prejudicados e alguns correm o risco de perder totalmente o Ano de 2018 por Inoperância do prefeito para com esta situação!”, disse Reginaldo.

No texto, o vereador ainda destacou que irá protocolar uma ação no Ministério Público para que tome as devidas providências.

“Agora irei ao Ministério Público protocolar representação contra este desrespeito, visando a solução do problema. E também buscarei um jurídico para discutir possibilidades de uma Ação Judicial de ordem moral para tentar reparar os danos morais trazidos às famílias e a estas crianças lesadas”, escreveu.



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