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Possíveis novidades da Apple para 2021 são reveladas por analista

Possíveis novidades da Apple para 2021 são reveladas por analista

Conhecido por previsões acertadas, Ming-Chi Kuo fala sobre novos produtos da Apple e inovações em telas de MacBooks.


11/01/21 12:53 - Atualizado em 11/01/21 12:59

Fonte: Unsplash

Este pode ser o ano em que a Apple entrará de vez para a indústria da realidade aumentada (RA) com sua ferramenta Apple Glass — pelo menos é isso que dizem os materiais conseguidos por Ming-Chi Kuo, um analista especializado em “vazar” informações sobre os projetos da gigante da tecnologia.

O ímpeto de lançar os óculos de RA é um desejo de longa data da empresa americana. Em meados de 2020, ela já deu um gostinho da tecnologia para o público, divulgando detalhes do dispositivo junto a Jon “leaker” Prosser, youtuber detentor do canal Front Page Tech. Seu possível preço seria de US$ 499 e ele poderia ser equipado com lentes comuns, tendo um visual semelhante à armação de óculos utilizada pelo CEO da empresa, Tim Cook.

Segundo as informações obtidas por Ming-Chi Kuo, o lançamento dos óculos de RA pode ocorrer este ano, mas ainda não há nenhuma confirmação por parte da empresa. A ferramenta permitirá que jogos de realidade aumentada, como Pokémon Go e Jurassic World Com Vida, sejam aproveitados em uma qualidade muito superior à atual — a não ser que você prefira os clássicos cassinos e queira aproveitar spins grátis com slots online, que se assemelham à experiência real, mas em uma plataforma virtual que pode ser acessada do conforto do seu smartphone. A plataforma de cassinos ainda ajuda jogadores iniciantes, transformando o valor em bônus caso você seja vencedor.

Quanto ao dispositivo da empresa americana, ainda há a possibilidade de que venha equipado com um headset. Enquanto o Apple Glass acabaria sendo gerido por um iPhone, que seria responsável por todo o processamento de dados, o headset de RA seria um aparelho mais potente, sendo capaz de realizar escaneamentos em 3D e conter uma tecnologia de detecção avançada de pessoas. O analista também prevê que a companhia lançará os AirTags, que são uma espécie de token físico capaz de rastrear alguns objetos pessoais, como carteiras, bolsas e chaves. Com isso, caso um desses tokens se distancie muito do dispositivo da Apple ao qual está vinculado, o usuário receberia uma notificação. Esse recurso seria integrado ao app Buscar, que já está presente em iPads, iPhones e Macs.

O analista também divulgou que alguns novos modelos de dispositivos já conhecidos receberão algumas atualizações e estão prestes a chegar ao mercado. Eles serão equipados com as telas mini-LED, que são compostas por pontos de luz menores e mais precisos, fazendo com que cores na superfície sejam mais vivas e apresentem uma grande melhoria no contraste. A novidade deve ser utilizada no iPad Pro de 12,9 polegadas e em outros MacBooks, como aqueles equipados com os novos chips Apple Silicon, que têm displays de 14 e 16 polegadas. Todos estes aparelhos sofreriam mudanças significativas com a instalação das telas mini-LED.

Ainda são esperados um novo iMac com uma tela de 24 polegadas, novos AirPods e uma versão um pouco menor do Mac Pro, que conservará a transição da linha Mac para os chips Apple Silicon.

Apple Silicon: os chips com arquitetura ARM

Fonte: Unsplash

Esses novos chips que passarão a integrar os principais produtos da Apple, como o iPhone, Mac e iPad, são capazes de criar um fluxo de trabalho entre os aparelhos mobile e desktops, conceito que agrada tanto aos usuários quanto aos desenvolvedores. Isso só se tornou possível graças à implementação da arquitetura ARM, que permite aos Macs “rodarem” aplicativos desenvolvidos para iOS e iPadOS de maneira nativa, facilitando assim o trabalho dos desenvolvedores na criação e otimização de códigos para os softwares utilizados no ecossistema da empresa.

Além disso, o chip é capaz de melhorar o desempenho de todos os aplicativos desenvolvidos pela gigante da tecnologia — um exemplo é o Logic Pro, um app de edição de áudio que, com o upgrade, consegue executar até três vezes mais plugins de efeito. Já o Final Cut Pro consegue renderizar arquivos de vídeo seis vezes mais rápido. E uma das responsáveis por esse aprimoramento é a tecnologia conhecida como Universal Apps, que reúne em um único app uma versão binária de softwares feitos para o Apple Silicon e outra para Intel, permitindo que os aplicativos rodem em qualquer Mac. A Adobe foi uma das pioneiras a lançar apps com a tecnologia, com a chegada do Lightroom.

Já os aplicativos que não fizerem uso do Universal Apps poderão utilizar o Rosetta 2, que realiza uma espécie de tradução dos softwares desenvolvidos para processadores da Intel para que sejam entendidos pelo Apple Silicon.



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