Coroatá

Veja os desdobramentos sobre o caso da jovem assassinada em Coroatá

Veja os desdobramentos sobre o caso da jovem assassinada em Coroatá

Nossa reportagem preparou elementos que surgiram sobre o caso após entrevistas com autoridades policiais e também novas informações divulgadas por familiares da vítima.


07/07/21 03:11 - Atualizado em 10/07/21 14:32

Como era de se esperar, o caso da jovem Carolina, de 17 anos, assassinada na segunda-feira (05) após uma suposta troca de tiros entre criminosos e o companheiro da vítima, o policial militar Gilgleidson, continua repercutindo e nesta quarta-feira novas informações vieram à tona.

Nós preparamos elementos que surgiram sobre o caso após entrevistas com autoridades policiais e também novas informações divulgadas por familiares de Carol, como era conhecida a jovem. Confira abaixo:

  • 1 – O que se sabe é que o crime aconteceu por volta das 1h00 de segunda-feira e que a polícia foi acionada por volta das 1h40 pelo companheiro da vítima. O fato estranho é que a família não chegou a ser notificada, tomando conhecimento do caso apenas por volta das 9h00, através de terceiros, como os próprios parentes disseram a imprensa.

  • 2 – Na entrevista com o delegado Regional de Codó, ao programa do Pacheco, uma outra informação acabou ficando sem resposta. Ao ser questionado sobre o material apreendido pela polícia, o delegado disse que apenas o celular da vítima não foi recolhido, porque segundo ele estaria de posse da família de Carol. No entanto, os parentes da jovem negaram esta informação. Objeto chave na investigação, o aparelho celular está desaparecido, o que, a princípio é estranho, já que deveria estar no local.

  • 3 – Ainda na entrevista, o delegado Regional afirmou que a polícia tem conhecimento do histórico de agressões do PM com outras companheiras e relatou também que Gilgleidson, em depoimento, disse que antes de Carol ser morta, ele tinha saído para beber com amigos.

  • 4 – O Policial Militar negou ter matado Caroline. Em depoimento ele disse ter chegado na residência e “ter visto um vulto”, como citou o delegado, alegando se tratar de dois indivíduos onde começou a troca de tiros. Embora tenha negado envolvimento, Gilgleidson ainda não publicou qualquer comunicado sobre o ocorrido e não falou com a imprensa.

  • 5 – Uma das informações que também foram divulgadas nesta quarta-feira pode mudar o rumo das investigações. A família de Corolina, que até então não tinha visto o corpo da jovem, decidiu tirar as roupas dela ainda no caixão e constataram outras marcas que possivelmente podem ser de perfurações causadas por arma de fogo. Vídeos foram gravados e compartilhados em grupos do whatsapp. Caso confirmado, através da perícia, as informações entram em contradição com o que foi divulgado pela Polícia Militar, através de nota, em que afirma que a jovem foi morta por um único disparo na região do tórax. Além das possíveis marcas de bala, o corpo de Carolina apresentava também hematomas.

  • 6 – Ainda na entrevista do delegado Regional, foi confirmado a chegada nesta quarta-feira (07) de uma equipe do Departamento de Feminicídio de São Luís para ajudar nas investigações.

Veja abaixo a íntegra da entrevista com o delegado regional Benedito que deu detalhes sobre o caso:





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